Cristo em nós

Civilizações numerosas passaram sobre a Terra, deixando na retaguarda, com algumas réstias de luz, túmulos imponentes e ruínas fumegantes…  Civilizações em que nossos próprios espíritos, usando formas inumeráveis, muitas vezes, desceram a precipícios de violência e da morte… 
 
Do cântico selvagem do homem primitivo à sabedoria dos faraós, e, do Egito multimilenário a nós outros, a cultura intelectual, com as indagações filosóficas e com as experimentações científicas, com as interpretações religiosas e com as aventuras bíblicas, exercitou, de mil modos, as nossas faculdades mentais, transformando-nos o instinto em inteligência, a inteligência em razão e a razão em conhecimento superior, dentro do qual porém, a animalidade sempre induziu-nos à conquista da ilusão e da posse efêmera…  

Cristo, porém, é a Lei Divina que nos reclama a níveis mais altos, é a soma das qualidades edificantes com que nos compete escalar os cimos da evolução a que nos destinamos. 
É por isso, que o Cristianismo redivivo, é luz com que nos cabe inflamar os próprios corações, fonte com que nos compete dessedentar a vida sequiosa de renovação e de paz em derredor de nós mesmos. 

Entronizemos o Senhor no templo da própria alma para que o serviço da Boa Nova, começando por nós mesmos, se nos irradie das atitudes e pensamentos, palavras e ações, criando áreas vivas de compreensão e de trabalho edificante, nas quais possamos plasmar o abençoado caminho para a Nova Era. 
Nosso problema vital, desse modo, não será a teorização sobre os tempos novos, mas sim o da tradução do Evangelho em nós para que nos renovemos, construindo a Vida Melhor. 

Quando instalarmos o Divino Inspirador em nossa própria vida, materializando-lhe os ensinamentos à frente uns dos outros, o Reino de Deus brilhará, em nós, gerando felicidade e enaltecendo a vida.

Espírito Emmanuel, do livro Abrigo, psicografado por Chico Xavier. 

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