No serviço assistencial
Desista de brandir o açoite da condenação sobre aspectos da vida alheia. Esqueça o azedume da ingratidão em defesa da própria paz. Não pretenda refazer radicalmente a experiência do próximo, a pretexto de auxiliá-lo. Remova as condições de vida e os objetos de uso pessoal, capazes de ambientar a humilhação indireta para os outros. Evite categorizar os menos felizes à conta de sentenciados à fatalidade do sofrimento. Não espere entendimento e ponderação do estômago vazio de companheiros necessitados. Aceite de boa mente os pequeninos favores com que alguém procure retribuir-lhe os gestos de fraternidade. Seja pródigo em atenções para com o amigo em prova maior que a sua, desfazendo aparentes barreiras que possam surgir entre ele e você. Conserve invariável clima de confiança e alegria ao contato dos companheiros de ideal e trabalho. Não recuse doar afeto, comunicabilidade e doçura, na certeza de que a violência é inconciliável com a bênção da simpatia. Sustente pontualidade em seus c...