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Amor

O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos: Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva. Palpita em todas as criaturas. Alimenta todas as ações. O ódio é o Amor que se envenena. A paixão é o Amor que se incendeia. O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo. O ciúme é o Amor que se dilacera. A revolta é o Amor que se transvia. O orgulho é o Amor que enlouquece. A discórdia é o Amor que divide. A vaidade é o Amor que ilude. A avareza é o Amor que se encarcera. O vício é o Amor que se embrutece. A crueldade é o Amor que tiraniza. O fanatismo é o Amor que petrifica. A fraternidade é o Amor que se expande. A bondade é o Amor que se desenvolve. O carinho é o Amor que se enflora. A dedicação é o Amor que se estende. O trabalho digno é o Amor que aprimora. A experiência é o Amor que amadurece. A renúncia é o Amor que se ilumina. O sacrifício é o Amor que se santifica. O Amor é o clima do Universo. É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação. Ao seu influx...

Má-vontade

“Não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas.” – Efésios, 5:11. Má-vontade gera sombra. A sombra favorece a estagnação. A estagnação conserva o mal. O mal entroniza a ociosidade. A ociosidade cria a discórdia. A discórdia desperta o orgulho. O orgulho acorda a vaidade. A vaidade atiça a paixão inferior. A paixão inferior provoca a indisciplina. A indisciplina mantém a dureza de coração. A dureza de coração impõe a cegueira espiritual. A cegueira espiritual conduz ao abismo. Entregue às obras infrutuosas da incompreensão, pela simples má-vontade pode o homem rolar indefinidamente ao precipício das trevas. Espírito Emmanuel, do livro Pão Nosso, psicografado por Chico Xavier