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Doce nome

Não obstante a defecção de Caim e o abandono de José, filho de Jacob, o nome de irmão é talvez um dos títulos mais doces que existem no mundo. O verdadeiro amor fraternal não pede compensações, não experimenta ciúme, não é exclusivista. Reclama somente a felicidade do objeto amado, com a qual se contenta. Jesus chamava irmãos a todos os seguidores de seu ideal divino e seus legítimos continuadores viviam em comunidade fraternal. Os cristãos martirizados nos circos penetravam na arena abraçados e felizes. Damas do patriciado davam as mãos a escravas misérrimas, unidas para o sacrifício. Não se conheciam antes. As filhas dos romanos aristocráticos haviam nascido no berço da dominação, enquanto as servas dos nobres haviam chegado ao mundo à sombra do cativeiro. Enfrentavam, porém, as feras sacrílegas, de mãos entrelaçadas, porque o Evangelho do Reino Celeste lhes revelara o doce mistério da sublime fraternidade. Eram irmãs, diante do Eterno: era tudo o que podiam saber no supremo holocaus...

Em preparação

“Diz o Senhor: Porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus e eles me serão por povo.” – Paulo. Hebreus, 8:10. Traduziremos o Evangelho Em todas as línguas, Em todas as culturas, Exaltando-lhe a grandeza, Destacando-lhe a sublimidade, Semeando-lhe a poesia, Comentando-lhe a verdade, Interpretando-lhe as lições, Impondo-nos ao raciocínio, Aprimorando o coração E reformando a inteligência, Renovando leis, Aperfeiçoando costumes E aclarando caminhos… Mas, virá o momento Em que a Boa Nova deve ser impressa, em nós mesmos, Nos refolhos da mente, Nos recessos do peito, Através das palavras e das ações. Dos princípios e ideais, Das aspirações e das esperanças, Dos gestos e pensamentos. Porque, em verdade, Se o Céu nos permite espalhar-lhe a Divina Mensagem no mundo, Um dia, exigirá nos convertamos Em traduções vivas do Evangelho na Terra. Emmanuel, do livro Pão Nosso psicografado por Chico Xavier